Ao finalizar 2026 com os títulos da Liga das Nações (VNL) e do Campeonato Europeu, a seleção feminina de vôlei da Turquia deu um importante recado aos adversários. Melissa Vargas não está sendo a única jogadora decisiva.
Daniele Santarelli conseguiu encontrar, dentro do elenco, peças de apoio em diferentes posições. E olha que ele não contou com Ebrar Karakurt em nenhum momento. E as 'soluções' apareceram como suporte para a oposta protagonista em momentos distintos das recentes conquistas.
Nós, brasileiros, ainda não esquecemos as atuações das ponteiras Hande Baladin e Ilkin Aydin na final da VNL. Elas somaram 34 pontos, equilibrando naquele dia a balança com Vargas, autora de outros 33.
Na semifinal do Europeu contra a Sérvia, as 'coadjuvantes' foram as centrais Eda Erdem e Zehra Gunes, com 11 pontos cada, somando em dupla mais do que os 18 acertos de Vargas.
Já na decisão europeia, a virada turca sobre a Itália não teve grande colaboração da capitã Erdem, por exemplo. Ela só foi pontuar no ataque quase na metade do quarto set. Mas, desta vez, Derya Cebecioglu entrou bem na ponta.
Veja a quantidade de nomes citado além do de Vargas. E não seria nenhum exagero citar a temporada de afirmação de Elif Sahin no levantamento, fazendo a torcida não sentir saudades de Cansu Ozbay.
E esse aparecimento e/ou surgimento de protagonistas pontuais faz a Turquia mais consistente do que no início do trabalho de Santarelli. Um sinal de alerta para as demais potências da atualidade no caminho até Los Angeles-2028.
(0)Comments