Bolsa pode valorizar com ajuste fiscal em 2027, mas eleição deve trazer volatilidade, diz Ágora
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Para o economista-chefe da corretora, Dalton Gardimam, setembro deve trazer mudanças de posicionamento e oscilações.
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As ações de varejistas têm um dia de forte alta na B3 nesta terça-feira (8). Às 13h20 (de Brasília), os papéis da Lojas Renner (LREN3) sobem 2,73% a R$ 11,66, os do Assaí (ASAI3) avançam 2,2% a R$ 9,28 e os da C&A (CEAB3) sobem 2,39% a R$ 9,43. Ao mesmo tempo, os ativos do Magazine Luiza (MGLU3) têm alta de 2,59% a R$ 5,94. A exceção é a Azzas 2154 (AZZA3), que recua 2,66% a R$ 17,22.
O dia é positivo para o Ibovespa, que registra ganhos de 1,24% aos 187.445,63 pontos, diante da expectativa de eleições mais acirradas no Brasil. A pesquisa Quaest, divulgada na segunda-feira (7), mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) empatados numericamente, com 41%, em um eventual segundo turno. Lula oscilou 1 ponto porcentual para baixo ante o levantamento da última quarta-feira (2), quando tinha 42%. Flávio manteve os 41%. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais.
Com recuo de juros futuros, ações de varejistas têm dia de forte alta na B3.
Foto: Adobe Stock
Com as últimas novidades sobre a corrida eleitoral, os juros futuros recuam no pregão em todos os vencimentos. Às 13h28 (de Brasília), a taxa de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 estava em 13,57% de 13,571% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2029 caía para 13,72%, de 13,855%, e o para janeiro de 2031 recuava para 13,915%, de 14,096% no ajuste de sexta-feira (4).
A queda dos juros futuros impulsiona as ações de varejistas, que são consideradas cíclicas, ou seja, mais sensíveis aos ciclos econômicos.
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