Tracking Poll: portugueses querem Luís Neves fora do Governo (mas há um ministro ainda mais impopular)

Tracking Poll: portugueses querem Luís Neves fora do Governo (mas há um ministro ainda mais impopular)
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Category: Politics
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Perguntámos aos portugueses e a resposta é clara: o ministro da Administração Interna já não tem condições para continuar no Governo. De acordo com a Tracking Poll feita pela Pitagórica para a CNN Portugal, TVI e o semanário Nascer do Sol, 65% dos inquiridos entendem que o tempo de Luís Neves no Governo chegou ao fim. Curiosamente, e apesar da clara impopularidade do ministro que tem estado sob escrutínio diário perante o aparecimento de vários casos polémicos, há um outro governante ainda mais impopular. Falamos da ministra da Saúde, um dos cargos que mais dores de cabeça deu a Luís Montenegro no primeiro Governo, e que continua a não agradar aos portugueses. Ana Paula Martins está na cauda da lista, com um índice de aprovação de 37,7 pontos negativos, até pior que os 32,1 pontos negativos de Luís Neves. Também no negativo está o ministro da Educação, que ainda não se conseguiu libertar da polémica dos exames nacionais. De resto, a primeira de quatro semanas desta sondagem diário foi feita a 10 de agosto, quando grande parte do problema já estava resolvido, mas Fernando Alexandre não consegue descolar da má imagem dada, ficando com 14,8 pontos negativos. Ainda assim, e ao contrário do que acontece com Luís Neves, a maioria dos portugueses entende que o ministro da Educação tem condições para continuar no cargo. A Pitagórica realiza para a TVI, CNN Portugal e O SOL uma sondagem de acompanhamento semanal (tracking poll), destinada a avaliar de forma contínua a opinião dos eleitores portugueses sobre a atualidade política nacional, nomeadamente a intenção de voto nas eleições legislativas, a aprovação do Governo, a avaliação das lideranças partidárias e outros temas relevantes. A amostra de cada publicação é constituída por 804 entrevistas, representativas do universo eleitoral português em termos de género, idade e região. A amostra inicial foi recolhida ao longo de quatro semanas, com 201 entrevistas por semana: semana de 10 de agosto de 2026: 201 entrevistas; semana de 17 de agosto de 2026: 201 entrevistas; semana de 24 de agosto de 2026: 201 entrevistas; semana de 31 de agosto de 2026: 201 entrevistas. Posteriormente, o estudo funciona através de uma amostra móvel: todas as semanas são incorporadas 201 novas entrevistas e retiradas as 201 entrevistas mais antigas, mantendo-se uma base de 804 entrevistas. Este modelo permite acompanhar continuamente a evolução da intenção de voto e dos restantes indicadores avaliados. Para uma amostra de 804 entrevistas, considerando uma população infinita, um nível de confiança de 95,5% e p=0,5, a margem de erro máxima é de ±3,53%. A seleção dos entrevistados é realizada através da geração aleatória de números de telemóvel, respeitando a proporção dos três principais operadores móveis. Sempre que necessário, são também selecionados aleatoriamente números de telefone fixo. Foram realizadas 1.512 tentativas de contacto, para alcançarmos 804 entrevistas efetivas, pelo que a taxa de resposta foi de 53,17%. As entrevistas são realizadas por telefone através do sistema CATI – Computer Assisted Telephone Interviewing. A distribuição dos indecisos é efetuada de forma proporcional. A direção técnica do estudo é da responsabilidade de Rita Marques da Silva. A ficha técnica completa e os resultados são depositados junto da ERC – Entidade Reguladora para a Comunicação Social, para consulta online.

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