O candidato à Presidência pelo Missão, Renan Santos, descartou a privatização da Petrobras como medida caso seja eleito, mas defendeu a privatização de Correios e empresas que considera 'inúteis'.
'Empresas que são estratégicas pro Brasil, em setores estratégicos, eu vou manter, porque são questões de geopolítica e de sobrevivência, e uma delas é a Embrapa.', disse durante sabatina da Jovem Pan nesta terça-feira (8/9).
'A Embrapa, como estatal, entregou pro Brasil demais. A Embrapa e o complexo de universidades nossas ligadas à parte agrária. Vou dar um exemplo, a Esalq aqui em São Paulo, a Viçosa em Minas Gerais, e mais a própria Embrapa, elas criaram um complexo de conhecimento e mão de obra que permitiu o crescimento da agricultura brasileira', disse.
O candidato criticou o governo de Jair Bolsonaro (PL). 'Nós vivemos um surto coletivo naquele período', disse, ao se referir a episódios como quando o ex-presidente afirmou que era 'imbroxável'.
'A turma do Jair Bolsonaro no governo anterior defendeu um monte de maluquice. Um monte de senhores que acreditaram naquelas maluquices, acreditaram e terminaram na cadeia', afirmou.
O presidenciável voltou a defender a política de armas nucleares no Brasil e que isso deve ser feito por meio de mudança Constitucional.
'Como eu acho que esse tema é um tema que não vai ser tratado no primeiro mandato meu, nem de qualquer presidente que queira fazer isso, a gente tá falando um horizonte para além de oito anos', disse.
Por Mariana Ribas
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