São 34 anos desde a primeira vez que Coimbra 'experimentou' o conceito dos Encontros Mágicos pelas suas ruas. O conceito nasceu em 1992, por José Carlos Gomes, já falecido, e regressou em 1998, sob tutela de Luís de Matos, tendo crescido todos os anos. Em 2026 são 16 artistas, dois nacionais e os restantes do Brasil, Chile, Coreia do Sul, Espanha, França, Itália, México e Singapura.
Em comemoração de um ano 'redondo', a sua 30.° edição, o Festival Internacional de Magia de Coimbra traz várias novidades, entre as quais um espetáculo diferente e uma exposição única. «Este ano teremos um espetáculo desenvolvido por Juan Esteban Varela que está adaptado para pessoas invisuais», explicou, esta manhã, o mágico Luís de Matos, que revelou tratar-se de um momento de inclusão e onde «todos podem participar». O conceito passa por 'enganar' os sentidos de forma a que, sem o uso da visão, se perceba que a «magia está a acontecer».
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