Tracking Poll: estes são os ministros mais populares e mais impopulares do Governo

Tracking Poll: estes são os ministros mais populares e mais impopulares do Governo
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Category: Politics
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A maioria dos ministros do Governo é popular entre os portugueses, mas os que são impopulares são-no mesmo a sério. Desde logo o primeiro-ministro, que tem, segundo a Tracking Poll da Pitagórica para a TVI, CNN Portugal e semanário Nascer do Sol, uma taxa de desaprovação de 59%. Atrás deles vêm os ministros que têm sido mais desgastados pelo tempo, ainda que alguns deles não estejam no cargo há assim tanto tempo. Apesar das semanas do inquérito terem batido no caos dos exames nacionais e terem coincidido com todas as polémicas do ministro da Administração Interna, há outro nome ainda mais impopular entre os portugueses. Falamos da ministra da Saúde, um dos focos no primeiro governo de Luís Montenegro, numa área que também esteve entre as mais escrutinadas nesta segunda legislatura com executivo da AD. Ana Paula Martins reúne 37,7 pontos negativos, ficando à frente - ou neste caso atrás - de todos os seus colegas do Conselho de Ministros. Apesar do verão não estar a ser particularmente dramático, ainda que surjam aqui e ali notícias de tempos de espera excessivos em alguns hospitais, a ministra da Saúde parece já não ter como agradar aos portugueses. Atrás da ministra vem, provavelmente sem grandes surpresas, Luís Neves, o foco de todas as atenções há sensivelmente um mês, com polémicas a multiplicarem-se no que começou por ser a construção de um tanque que é uma piscina e que agora já envolvem bens apreendidos ao maior traficante de droga em Portugal. O ministro da Administração Interna reúne 32,1 pontos negativos, o que justifica, como também escreveu a CNN Portugal a propósito desta sondagem, que os portugueses entendam que o seu tempo no Governo chegou ao fim. Ainda no vermelho aparecem três outros nomes, com Maria do Rosário Palma Ramalho destacada nos 7,7 pontos negativos. A polémica reforma no Código do Trabalho deve ter a maioria do peso nesta avaliação, sendo que se trata de uma medida que ainda nem recebeu aprovação, e da qual pouco se tem ouvido falar. Os ministros da Defesa Nacional e das Infraestruturas e Habitação fecham a lista dos impopulares. Nuno Melo tem 1,7 pontos negativos, enquanto Miguel Pinto Luz se fica nos 0,9 pontos negativos. As Finanças são aquela pasta para onde todos atiram para dizer que não há dinheiro para fazer certas coisas. Talvez por isso a imagem dos ministros que a ocupam não tenham um índice de popularidade automaticamente alto. Neste caso é ao contrário. Joaquim Miranda Sarmento é mesmo o ministro mais popular, em ex aequo com a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho. Ambos obtêm 9,1 pontos positivos. A completar o pódio dos populares está o ministro dos Negócios Estrangeiros. Paulo Rangel tem 4,6 pontos positivos. Seguem-se, por esta ordem, os ministros da Agricultura e Mar, da Economia e Coesão Territorial, da Justiça, da Cultura, Juventude e Desporto, da Reforma do Estado e da Presidência, todos no verde, ainda que uns mais que outros. No meio de tudo está o ministro dos Assuntos Parlamentares. Carlos Abreu Amorim tem uma pontuação de 0, nem positiva, nem negativa. A Pitagórica realiza para a TVI, CNN Portugal e O SOL uma sondagem de acompanhamento semanal (tracking poll), destinada a avaliar de forma contínua a opinião dos eleitores portugueses sobre a atualidade política nacional, nomeadamente a intenção de voto nas eleições legislativas, a aprovação do Governo, a avaliação das lideranças partidárias e outros temas relevantes. A amostra de cada publicação é constituída por 804 entrevistas, representativas do universo eleitoral português em termos de género, idade e região. A amostra inicial foi recolhida ao longo de quatro semanas, com 201 entrevistas por semana: semana de 10 de agosto de 2026: 201 entrevistas; semana de 17 de agosto de 2026: 201 entrevistas; semana de 24 de agosto de 2026: 201 entrevistas; semana de 31 de agosto de 2026: 201 entrevistas. Posteriormente, o estudo funciona através de uma amostra móvel: todas as semanas são incorporadas 201 novas entrevistas e retiradas as 201 entrevistas mais antigas, mantendo-se uma base de 804 entrevistas. Este modelo permite acompanhar continuamente a evolução da intenção de voto e dos restantes indicadores avaliados. Para uma amostra de 804 entrevistas, considerando uma população infinita, um nível de confiança de 95,5% e p=0,5, a margem de erro máxima é de ±3,53%. A seleção dos entrevistados é realizada através da geração aleatória de números de telemóvel, respeitando a proporção dos três principais operadores móveis. Sempre que necessário, são também selecionados aleatoriamente números de telefone fixo. Foram realizadas 1.512 tentativas de contacto, para alcançarmos 804 entrevistas efetivas, pelo que a taxa de resposta foi de 53,17%. As entrevistas são realizadas por telefone através do sistema CATI – Computer Assisted Telephone Interviewing. A distribuição dos indecisos é efetuada de forma proporcional. A direção técnica do estudo é da responsabilidade de Rita Marques da Silva. A ficha técnica completa e os resultados são depositados junto da ERC – Entidade Reguladora para a Comunicação Social, para consulta online.

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