Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
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Michelle tem dado prioridade aos cuidados do marido. A defesa de Bolsonaro apelou para que a família contrate uma cuidadora. Não houve resposta
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POR PURA PRUDÊNCIA...
...a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) não pegou o voo fretado pelo partido, saindo de Brasília com destino a São Paulo. Candidata ao Senado, pelo Distrito Federal, Michelle espera do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a liberação para que possa fazer campanha fora de Brasília e o marido fique entregue a uma cuidadora previamente contratada ou a familiares do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Moraes ainda não se manifestou nos autos.
SUCESSO NO TEATRO
Tem uma máxima na coxia dos espetáculos de teatro: somente um bom entendedor não se choca quando os artistas gritam uns para os outros: 'merda!'. Quanto mais entusiasmado for o brado, maior a certeza de que a casa estará cheia.
HÁ UMA SUPERSTIÇíO...
...que vem da época pré-automobilística. Os espectadores chegavam em possantes carruagens puxadas por cavalos. Logo, casa cheia era sinônimo de que, do lado de fora do teatro, havia muitos cavalos que deixavam seus excrementos na beirada da calçada.
E FLÁVIO DINO?
Lembrei-me dessa crendice depois que li que o ministro Flávio Dino (STF) criticou o presidente da Corte, Edson Fachin, que decidiu por fim ao inquérito das 'fake news'. Segundo Dino, a decisão seria 'para receber aplausos'.
ESTRELA DE HOLLYWOOD
Quando jovem, Fachin recorreu ao teatro amador com o intuito de vencer a gagueira. Preferiu seguir a carreira jurídica. O soldo e penduricalhos de um ministro do STF são mais rentáveis que o ordenado de um artista de teatro, por mais competente que ele seja. Saudações, ministro! Bom espetáculo! Oxalá seja de casa cheia. Do lado de fora do STF não haverá mais excrementos.
MODO AVALIANDO
A campanha de Lula da Silva (PT) pediu um levantamento para saber o que o eleitor médio - formador de opinião - pensa de suas ausências em debates. Entre os petistas que dão as cartas no comitê de Lula, há quem conforte o presidente, dizendo que ele tem muito mais bagagem que seu principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL). O problema pode ser os outros candidatos.
MODO RESTLESS!
Por outro lado, há quem perca o sono e advirta o presidente de que Flávio Bolsonaro é um 'franco-atirador' e, não tendo nada a perder, pode partir para cima de Lula e deixar o presidente desestabilizado, inquieto. A ver!
PURO CHUTE
A Secom (Secretaria de Comunicação Social) informou que 70 mil pessoas participaram do desfile de 7 de Setembro, na Esplanada dos Ministérios. Os números são mais de 50% superiores aos da quantidade de pessoas presentes na parada militar do ano passado.
TÔ FORA!
O governo do presidente Lula informou, oficialmente, à Casa Rosada que a Argentina não conte com o Brasil para comprar uma encrenca com o Reino Unido. O presidente Javier Milei anunciou que seu país vai lançar uma campanha mundial, a partir da assembleia da ONU, reivindicando a soberania das Ilhas Malvinas. O arquipélago está ocupado pelos britânicos desde 1982, depois de 74 dias de combates.
PENSE NISSO!
Não parece de bom alvitre quando um juiz, por qualquer motivo, vira unanimidade a ponto de ter a cara estampada em camisetas, como fizeram alguns manifestantes na Avenida Paulista, em São Paulo.
Quando um candidato a ministro do STF vai à sabatina, já chega sabendo que o salário bruto é de R$ 46.366,19, fora os penduricalhos. Ou seja, ele olha a conta bancária, pensa na mulher e nos filhos, no que vai sair perdendo se aceitar o cargo, mas, mesmo assim, no prejuízo, aceita o desafio.
É quase uma missão, porque todos sabemos que nenhum dos dez que lá estão, nem as dezenas que querem a vaga deixada com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, está ali pelo salário. Logo, se são múltiplos os interesses, que eles sejam o mais transparentes possível.
Imagine você com uma encrenca em qualquer dos tribunais superiores. Claro que você, tendo dinheiro para as custas, vai apelar para um advogado parente de um ministro, e não há nada de errado nisso. É puro jogo.
Então, quando o ministro Edson Fachin diz que vai moralizar o STF, ele deveria começar pelas gabaritadas bancas que agregam parentes próximos de integrantes das Cortes de Justiça.
Sem disciplinar isso, ministro, é chover no molhado.
Pense nisso!
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