Padre é preso suspeito de estuprar coroinha após oferecer bebida alcoólica

Padre é preso suspeito de estuprar coroinha após oferecer bebida alcoólica
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Category: Politics
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Um padre, de 58 anos, foi preso no estado de São Paulo, na noite de sexta-feira (4), suspeito de estupro de vulnerável contra uma jovem de 19 anos, que atuava como coroinha. O caso aconteceu em Praia Grande, no litoral do estado. Clique aqui e se inscreva no canal do BNews no Youtube Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular De acordo com as informações registradas no boletim de ocorrência, o religioso, identificado como Jucelino de Oliveira, oferecia bebidas alcoólicas a ela e ao seu namorado, de 18 anos, que também era coroinha. O casal frequentava havia cerca de três meses a igreja onde Jucelino atuava. Conforme foi relatado, os jovens passaram a acompanhar o padre em missas celebradas em outros locais e também eram convidados para a casa do Jucelino. A jovem afirmou que o religioso insistia para que eles bebessem, mesmo após ela dizer que tinha problemas com álcool. Investidas do religioso A jovem contou que, em uma dessas visitas, o padre teria abraçado o casal e encostado a genitália na perna dela. No depoimento prestado à polícia, a jovem também detalhou que, em um momento que o namorado aparentava estar sonolento, por ter consumido bebida alcoólica, Jucelino teria passado as mãos por baixo da sua blusa e sutiã. Continuando o relato, a jovem também contou que, depois desse momento, o padre teria orientado o casal a descansar em um quarto da casa. Mais tarde, ele a chamou para continuar bebendo, mas ela recusou. A jovem ainda afirmou que Jucelino chegou a oferecer ajuda financeira e presentes. O religioso propôs pagar pela carteira de motorista da jovem e comprar materiais para que ela abrisse um salão de beleza. O padre também haveria sugerido que os namorados morassem com ele. Policiais da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Praia Grande efetuaram a prisão de Jucelino em cumprimento a um mandado expedido pela Justiça. Também ficou determinado o religioso está proibido de se aproximar das vítimas a uma distância menor que 300 metros das vítimas, manter contato ou aparecer em locais que o casal frequenta regularmente.

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