Trechos da Avenida Princesa D'Oeste têm sido interditados para viabilizar a continuidade das obras do Reservatório Proença
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Ler o resumo da notícia A Prefeitura de Campinas mantém trechos da Avenida Princesa D'Oeste interditados até fevereiro de 2027, para viabilizar as obras do Reservatório Proença (RP‑1).
O bloqueio afeta o trecho entre as ruas Joaquim de Paula Souza e Joaquim Roberto de Azevedo Marques; o cruzamento com esta última foi liberado após interdição em julho.
Os bloqueios são realizados por setores, evitando que duas travessias fiquem fechadas ao mesmo tempo.
Em 8 de setembro, a gestão municipal informou que os reservatórios Proença (RP‑1) e Serafim (RS‑1) estão em fases distintas de execução.
O motorista que costuma passar pela região do Jardim Proença, em Campinas, vai precisar esperar mais um pouco pela liberação total da Avenida Princesa D'Oeste. Segundo a Prefeitura, as interdições na via devem seguir até fevereiro de 2027 a fim de viabilizar a continuidade das obras do Reservatório Proença (RP-1), estrutura que tem o objetivo de reduzir os alagamentos na bacia do Ribeirão Anhumas.
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Trecho com bloqueio Avenida Princesa D'Oeste
Um dos trechos atualmente bloqueados fica entre as ruas Joaquim de Paula Souza e Joaquim Roberto de Azevedo Marques. Bloqueado no começo de julho, o local ainda não tem previsão para ser liberado.
Avenida Princesa D'Oeste segue com trechos interditados até fevereiro do ano que vem. (Foto: Reprodução/acidade on)
O cruzamento da Avenida Princesa D'Oeste com a Rua Joaquim Roberto de Azevedo Marques também chegou a ser interditado em julho, mas já foi liberado. No trecho, houve a retirada dos semáforos e a interdição do canteiro central.
Segundo a Prefeitura, os bloqueios na Avenida Princesa D'Oeste são realizados por trechos a fim de evitar que duas travessias sejam interditadas simultaneamente.
Bloqueios na Avenida Princesa D'Oeste são realizados por trechos a fim de evitar que duas travessias sejam interditadas simultaneamente. (Foto: Reprodução/acidade on)
Obras de macrodrenagem entram em novas fases
Nesta terça-feira (8), a Gestão divulgou atualizações sobre o andamento das obras dos reservatórios Proença (RP-1) e Serafim (RS-1). Os projetos fazem parte do conjunto de obras de macrodrenagem que têm como objetivo ampliar a capacidade de armazenamento de água e contribuir para a redução dos alagamentos.
De acordo com a Administração, os reservatórios estão em diferentes etapas de execução. No Proença, as equipes têm realizado obras complementares na Avenida Princesa D'Oeste. Já no Serafim, os serviços incluem a implantação das estruturas do reservatório, além de trabalhos de reforço do solo.
Reservatório Proença
Atualmente, as equipes do Reservatório Proença trabalham na escavação e no transporte de terra dos poços A, B e C. Os serviços também incluem a execução dos anéis e das paredes de concreto armado que fazem parte das estruturas dos poços.
Na Avenida Princesa D'Oeste, ocorre a escavação e instalação de aduelas (estruturas usadas para conduzir fluidos), além da execução de caixas e bocas de lobo para complementar o sistema de drenagem.
Obras de macrodrenagem entram em novas fases. (Foto: Reprodução/acidade on)
De acordo com a Prefeitura, o RP-1 conta com um investimento de R$ 220 milhões e terá capacidade para armazenar 120 milhões de litros de água. A previsão é que o reservatório fique pronto até junho de 2027.
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Reservatório Serafim
Já no Reservatório Serafim, na região central, equipes têm trabalhado na escavação e na instalação das armaduras das lamelas, que formarão a parede de concreto armado responsável por conter e estabilizar grandes estruturas de concreto. No local, também também é realizado o desvio definitivo de drenagem.
Além disso, na Rua Antônio Álvares Lobo, as equipes trabalham nas armaduras das estruturas internas dos poços e na execução da estrutura interna do poço A. De acordo com a Gestão, também está em andamento a execução do túnel entre os poços 4 e 3.
Com investimento de R$ 125,5 milhões, o RS-1 terá capacidade para armazenar 80 milhões de litros de água, o que deve contribuir para o controle de cheias na bacia do Córrego Serafim. A previsão é que a obra seja concluída em março de 2028.
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VIU ESSA? – 'Economia prateada': veja como crescimento da população 50+ muda mercado em Campinas
O crescimento da população com 50 anos ou mais em Campinas tem provocado mudanças dos dois lados do balcão: esse público ganha espaço tanto como consumidor quanto como trabalhador. O movimento faz parte da chamada 'economia prateada', conceito que engloba produtos, serviços e atividades econômicas relacionados à população mais madura.
Dados do Censo 2022, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostram que 31% dos moradores de Campinas têm pelo menos 50 anos. A proporção está acima das médias do estado de São Paulo (29,8%) e do Brasil (27,7%).
Em números absolutos, o avanço fica ainda mais evidente. Campinas tinha 255,7 mil moradores com 50 anos ou mais em 2010. Em 2022, eram 353 mil pessoas nessa faixa etária, um crescimento de 38% em 12 anos.
O envelhecimento da população amplia um mercado que já movimenta cifras bilionárias no país e exige adaptações das empresas para atender a um consumidor com necessidades e hábitos próprios. (Leia aqui)
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