A OpenAI apresentou nos Estados Unidos, em 7 de setembro de 2026, o modelo de inteligência artificial GPT-6 Astra, desenvolvido para executar comandos em computadores e resolver equações científicas complexas. A nova ferramenta começou a operar para um grupo restrito de empresas e chegará aos assinantes individuais nas próximas semanas.
O Astra executa comandos operacionais.
This is GPT-6 Astra.Anything you can do on a computer, Astra can do for you. Fast. pic.twitter.com/gDd0IsewJw
Durante as avaliações técnicas da empresa, o mecanismo cravou 98% de acerto na categoria quatro do teste FrontierMath, índice que permitiu solucionar impasses históricos no cálculo de intervalos entre números primos ao reduzir a distância máxima estimada para 186. O índice anterior pertencia à pesquisadora Julia Stadlmann, que havia fixado a marca em 240 unidades. O modelo também atingiu 99,9% de precisão no exame ARC-AGI-3.
Nos exames de engenharia reversa do SRE-Bench, a tecnologia solucionou 88% dos problemas logo na primeira tentativa sem acessar o código-fonte original. O antecessor GPT-5.6 Sol havia registrado 55,9% no mesmo procedimento.
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Pesquisadores detectaram duas falhas inéditas do tipo dia zero durante testes com versões estáveis do navegador Chrome.
O software preenche formulários, atualiza cadastros corporativos e organiza agendas de trabalho diretamente nos navegadores. No simulador OSWorld 2.0, o mecanismo completou as tarefas em cerca de 40 minutos com pontuação de 72,6%. O modelo GPT-5.6 Sol exigia 75 minutos para entregar 65,7% de assertividade na mesma avaliação.
A integração com a plataforma Codex elevou em 1,9 vez a velocidade final de navegação no teste Mind2Web. Os desenvolvedores contam agora com um sistema de anotações internas que preserva dados de depuração sem apagar etapas anteriores.
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A estrutura de proteção impediu que o sistema ultrapassasse limites autorizados em 100% dos testes inspirados em incidentes anteriores.
O mecanismo recusa ordens diretas para criar códigos maliciosos de exploração contra sistemas vulneráveis. A OpenAI informou que liberará acessos defensivos controlados por meio do programa Daybreak nas próximas semanas. A probabilidade de o novo modelo prestar informações falsas sobre as próprias capacidades caiu três vezes em relação à versão prévia.
A empresa distribuiu o recurso para assinantes dos planos ChatGPT Plus, Pro, Business e Enterprise, além de disponibilizar a conexão pelas plataformas Microsoft Azure e Amazon Bedrock. Os administradores corporativos precisam ativar a ferramenta manualmente, pois o acesso vem desabilitado de fábrica.
O valor na interface de programação ficou fixado em 10 dólares por milhão de tokens de entrada e 50 dólares por milhão de tokens de saída.
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