V. Guimarães: ausência de golos desafia trio de artilheiros a subir de patamar

V. Guimarães: ausência de golos desafia trio de artilheiros a subir de patamar
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Category: Sports
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Se consideras que o áudio não está claro ou não reflete bem o conteúdo, envia o teu feedback . A tua opinião é importante para ajudar a melhorar esta funcionalidade! Esta voz foi gerada com recurso a inteligência artificial, a partir do resumo do artigo original. Embora esta tecnologia tenha sido concebida para ser útil e precisa, pode conter erros. Se consideras que o resumo não está claro ou não reflete bem o conteúdo, envia o teu feedback . A tua opinião é importante para ajudar a melhorar esta funcionalidade! Este resumo foi criado com recurso a inteligência artificial. Embora esta tecnologia tenha sido concebida para ser útil e precisa, pode conter erros ou não captar todas as nuances importantes do artigo. É o tema do momento em Guimarães: o Vitória remata que se farta, mas conseguir transformar a intenção em golos está... difícil. Frente ao Casa Pia, no último domingo, foram 29 (!) os disparos — oito com a direção da baliza dos gansos —, mas a falta de eficácia, aliada à estreia de sonho de Mandic, fez com que a equipa de Tiago Margarido deixasse escapar mais dois pontos na Liga. Contas feitas, os vimaranenses somam três tiros certeiros nas cinco jornadas já disputadas, mas ficaram em branco nas últimas duas. Nesta altura, o golo é um bem de primeira necessidade no castelo e, quando a conversa aponta no sentido das redes adversárias, é inevitável pensar nos... pontas de lança. Do trio composto por Alioune Ndoye, Patrick Ouotro e Arnel Jakupovic, só o primeiro já defendia as cores do Vitória na temporada transata. Tanto o costa-marfinense como o austríaco foram reforços de verão, mas parece haver um ponto comum aos três: em 2025/26, nenhum conseguiu apresentar números à medida daquilo que se espera de um artilheiro. Ndoye assinou cinco remates certeiros em 29 partidas, Ouotro apontou dois tentos pelo Nancy e, na Croácia, Jakupovic festejou quatro, ao serviço do Osijek. Tudo somado dá 11 golos, número que deixa no ar a sensação de que, com a camisola vitoriana, será preciso elevar o nível na hora de atirar a contar. Na época em curso, Ndoye já fez o gosto ao pé, ou melhor, à cabeça, na derrota (2-3) frente ao Sporting, em Alvalade. Os números de Jakupovic em 2026/27 (assim como noutas campanhas), antes de rumar ao Berço, também dão algum alento: o último reforço para o ataque vimaranense picou o ponto duas vezes ainda no Osijek, ambas na condição de suplente utilizado. O austríaco, refira-se, substituiu Ndoye na segunda parte da partida com o Casa Pia, sendo que Patrick Ouotro só entrou na ponta final do encontro, numa altura em que Tiago Margarido colocou a carne toda no assador, como se diz na gíria futebolística. Por agora, Ndoye está na frente da hierarquia de pontas de lança do Vitória de Guimarães, mas há outros dois avançados desejosos de mostrar serviço. E se esse serviço surgir na forma de golos, o treinador agradece. Mais do que nunca, os minhotos pedem um matador!

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