Em 2017, Murad foi coordenador-geral da Inteligência na Diretoria de Inteligência Policial, a DIP, que está no centro da crise com o ministro André Mendonça.
De 2018 até 2021, foi diretor de Tecnologia da Informação e Inovação e, de 2021 até 2024, foi adido da PF no Reino unido.
Com perfil conciliador, o delegado é respeitado internamento e ocupou cargos de chefias na PF em gestões durantes governo de esquerda e de direita.
Já no lugar de Leandro Almada, afastado da chefia da Diretoria de Inteligência Policial (DIP), assume Rafael Caldeira, até então chefe da Contra-Inteligência.
Andrei Rodrigues foi afastado por decisão monocrática de Mendonça, mas que já apoio da maioria da Segunda Turma do STF. Votaram com Mendonça os ministros Luiz Fux e Kassio Nunes Marques. O julgamento, no entanto, está paralisado por um pedido de vista de Gilmar Mendes.
O afastamento é mais uma capítulo da crise entre o gabinete de André Mendonça, a direção da PF e a ala do STF ligada ao ministro Alexandre de Moraes.
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