Quarenta e um anos depois, a memória das vítimas do acidente ferroviário de Alcafache continua viva. É junto ao local onde, a 11 de setembro de 1985, dois comboios chocaram, que familiares, sobreviventes e a comunidade voltam a reunir-se para recordar quem perdeu a vida.
A cerimónia de homenagem realiza-se no dia 13 de setembro, numa manhã marcada pela memória e pelo respeito por todas as vítimas da tragédia.
O programa começa às 10h00, com a receção dos convidados. Às 10h30, terão lugar as intervenções do presidente da Junta de Freguesia de Espinho, Bruno Pinto, do presidente da União de Freguesias de Mangualde e Mesquitela, Nuno Paiva, e da Comissão Organizadora do Movimento do Acidente Ferroviário de Alcafache (COMAFA).
Segue-se o testemunho do comendador Carlos Ramos, sobrevivente do acidente, e uma intervenção da Câmara Municipal de Mangualde, através do presidente Marco Almeida.
Às 11h30, realiza-se uma missa campal em memória das vítimas. A cerimónia termina às 12h30, com o Hino dos Bombeiros Portugueses e o Hino Nacional.
Recorde-se que, na tarde de 11 de setembro de 1985, chocaram frontalmente um Sud-Express com destino a Paris, que transportava mais de 400 emigrantes, e um comboio regional que seguia para Coimbra. O acidente ocorreu entre Mangualde e Nelas, na Linha da Beira Alta, e foi seguido de vários incêndios.
A primeira estimativa da CP apontava para 49 mortos e 64 desaparecidos, mas o número exato de vítimas nunca chegou a ser determinado.
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Quarenta e um anos depois, a memória das vítimas do acidente ferroviário de Alcafache continua viva. É junto ao local onde, a 11 de setembro de 1985, dois comboios chocaram, que familiares, sobreviventes e a comunidade voltam a reunir-se para recordar quem perdeu a vida.
A cerimónia de homenagem realiza-se no dia 13 de setembro, numa manhã marcada pela memória e pelo respeito por todas as vítimas da tragédia.
O programa começa às 10h00, com a receção dos convidados. Às 10h30, terão lugar as intervenções do presidente da Junta de Freguesia de Espinho, Bruno Pinto, do presidente da União de Freguesias de Mangualde e Mesquitela, Nuno Paiva, e da Comissão Organizadora do Movimento do Acidente Ferroviário de Alcafache (COMAFA).
Segue-se o testemunho do comendador Carlos Ramos, sobrevivente do acidente, e uma intervenção da Câmara Municipal de Mangualde, através do presidente Marco Almeida.
Às 11h30, realiza-se uma missa campal em memória das vítimas. A cerimónia termina às 12h30, com o Hino dos Bombeiros Portugueses e o Hino Nacional.
Recorde-se que, na tarde de 11 de setembro de 1985, chocaram frontalmente um Sud-Express com destino a Paris, que transportava mais de 400 emigrantes, e um comboio regional que seguia para Coimbra. O acidente ocorreu entre Mangualde e Nelas, na Linha da Beira Alta, e foi seguido de vários incêndios.
A primeira estimativa da CP apontava para 49 mortos e 64 desaparecidos, mas o número exato de vítimas nunca chegou a ser determinado.
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Quarenta e um anos depois, a memória das vítimas do acidente ferroviário de Alcafache continua viva. É junto ao local onde, a 11 de setembro de 1985, dois comboios chocaram, que familiares, sobreviventes e a comunidade voltam a reunir-se para recordar quem perdeu a vida.
A cerimónia de homenagem realiza-se no dia 13 de setembro, numa manhã marcada pela memória e pelo respeito por todas as vítimas da tragédia.
O programa começa às 10h00, com a receção dos convidados. Às 10h30, terão lugar as intervenções do presidente da Junta de Freguesia de Espinho, Bruno Pinto, do presidente da União de Freguesias de Mangualde e Mesquitela, Nuno Paiva, e da Comissão Organizadora do Movimento do Acidente Ferroviário de Alcafache (COMAFA).
Segue-se o testemunho do comendador Carlos Ramos, sobrevivente do acidente, e uma intervenção da Câmara Municipal de Mangualde, através do presidente Marco Almeida.
Às 11h30, realiza-se uma missa campal em memória das vítimas. A cerimónia termina às 12h30, com o Hino dos Bombeiros Portugueses e o Hino Nacional.
Recorde-se que, na tarde de 11 de setembro de 1985, chocaram frontalmente um Sud-Express com destino a Paris, que transportava mais de 400 emigrantes, e um comboio regional que seguia para Coimbra. O acidente ocorreu entre Mangualde e Nelas, na Linha da Beira Alta, e foi seguido de vários incêndios.
A primeira estimativa da CP apontava para 49 mortos e 64 desaparecidos, mas o número exato de vítimas nunca chegou a ser determinado.
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