O início dos trabalhos, a 10 de agosto deste ano, levou às interrogações por parte dos moradores devido à falta do edital, obrigatório por lei, de aviso de obra afixado no local, segundo a informação presente na petição. O facto de estar situada numa área predominantemente residencial é um ponto também referenciado.
A queixa foi subscrita por vários moradores, juntando-se o diretor do Agrupamento de Escolas Soares dos Reis e a presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação da mesma.
O abaixo-assinado foi enviado para a Presidência da Câmara Municipal de Gaia, assim como à Assembleia Municipal e à Gaiaurb, empresa da autarquia responsável pela gestão do urbanismo.
Os responsáveis pela iniciativa consideram a obra "imoral, na medida em que contraria as orientações do Ministério da Educação e da Direção-Geral de Saúde".
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