As exportações brasileiras de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada somaram 195.715 toneladas em agosto, volume 27,09% inferior às 268.425 toneladas embarcadas no mesmo mês de 2025. A receita declinou 19,73%, para US$ 1,207 bilhão, enquanto o preço médio subiu 10,09%, alcançando US$ 6.166 por tonelada. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), e consideram 21 dias úteis em agosto de 2026 e em agosto de 2025.
Na comparação mensal, a proteína bovina combinou retração no volume embarcado com valorização do preço médio, que passou de US$ 5.603 para US$ 6.166 por tonelada.
Frango cresce e amplia receita
No segmento de aves e miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas, os embarques alcançaram 457.989 toneladas em agosto, alta de 22,59% ante as 373.589 toneladas de igual mês de 2025. O faturamento somou US$ 919,7 milhões, avanço de 40,51%, e o preço médio subiu 14,62%, de US$ 1.752 para US$ 2.008 por tonelada.
Suína avança em volume, com receita menor
As vendas externas de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 114.617 toneladas em agosto, crescimento de 6,61% sobre as 107.512 toneladas do oitavo mês de 2025. A receita ficou em US$ 267,7 milhões, com retração de 3,48%, e o preço médio caiu 9,46%, de US$ 2.580 para US$ 2.336 por tonelada.
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