O documentário no qual a humorista Joana Marques dá a sua perspetiva do processo judicial que, em 2025, foi interposto pelo grupo Anjos e do qual foi absolvida, tem estreia marcada para 14 de setembro, foi hoje anunciado.
A data de estreia de 'Joana Marques Culpada ou Indecente?', escrito e realizado por Elza Cordeiro, foi anunciada, em comunicado, pela plataforma de 'streaming' Prime Video, onde o documentário poderá ser visto.
O documentário, centrado no processo que envolveu Joana Marques e os Anjos (os irmãos Nelson e Sérgio Rosado), 'explora o impacto social e cultural de uma história que colocou no centro das atenções os limites do humor, da sátira e da liberdade de expressão na era das redes sociais'.
'Joana Marques Culpada ou Indecente?', inclui 'uma reconstrução dos acontecimentos, imagens de arquivo e uma análise dos momentos-chave que marcaram o processo judicial', que terminou com a absolvição da humorista, em outubro passado.
O documentário inclui testemunhos de figuras públicas como Manuel Luís Goucha, Ricardo Araújo Pereira, Fernando Alvim, Luana Piovani e David Fonseca, e revela como o processo judicial inspirou ainda a humorista a fazer o espetáculo ao vivo 'Em Sede Própria', que teve mais de uma dezena de apresentações em maio passado, em Lisboa e no Porto.
A absolvição de Joana Marques diz respeito a um caso relacionado com a publicação de um vídeo nas redes sociais, que é uma montagem que intercala excertos de Nélson Rosado e Sérgio Rosado (Anjos) a cantarem o hino nacional numa prova de MotoGP em Portimão, em abril de 2022, com reações depreciativas retiradas do programa de televisão 'Ídolos'.
Os músicos pretendiam que Joana Marques pagasse uma indemnização de 1.118.500 euros, valor que consideraram ter perdido em espetáculos, mas o Tribunal Central Cível de Lisboa entendeu que 'não foi apresentada qualquer prova de prejuízo de 10.000 euros, em resultado da realização do concerto do Porto, havendo apenas referência a não ter sido esgotada a lotação'.
Para o tribunal, não é possível dar como provado que Joana Marques 'alimentou o ódio e censura que perpassa nas mensagens', nem que a humorista tenha 'qualquer preconceito ou inimizade' em relação aos dois cantores.
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O documentário no qual a humorista Joana Marques dá a sua perspetiva do processo judicial que, em 2025, foi interposto pelo grupo Anjos e do qual foi absolvida, tem estreia marcada para 14 de setembro, foi hoje anunciado.
A data de estreia de 'Joana Marques Culpada ou Indecente?', escrito e realizado por Elza Cordeiro, foi anunciada, em comunicado, pela plataforma de 'streaming' Prime Video, onde o documentário poderá ser visto.
O documentário, centrado no processo que envolveu Joana Marques e os Anjos (os irmãos Nelson e Sérgio Rosado), 'explora o impacto social e cultural de uma história que colocou no centro das atenções os limites do humor, da sátira e da liberdade de expressão na era das redes sociais'.
'Joana Marques Culpada ou Indecente?', inclui 'uma reconstrução dos acontecimentos, imagens de arquivo e uma análise dos momentos-chave que marcaram o processo judicial', que terminou com a absolvição da humorista, em outubro passado.
O documentário inclui testemunhos de figuras públicas como Manuel Luís Goucha, Ricardo Araújo Pereira, Fernando Alvim, Luana Piovani e David Fonseca, e revela como o processo judicial inspirou ainda a humorista a fazer o espetáculo ao vivo 'Em Sede Própria', que teve mais de uma dezena de apresentações em maio passado, em Lisboa e no Porto.
A absolvição de Joana Marques diz respeito a um caso relacionado com a publicação de um vídeo nas redes sociais, que é uma montagem que intercala excertos de Nélson Rosado e Sérgio Rosado (Anjos) a cantarem o hino nacional numa prova de MotoGP em Portimão, em abril de 2022, com reações depreciativas retiradas do programa de televisão 'Ídolos'.
Os músicos pretendiam que Joana Marques pagasse uma indemnização de 1.118.500 euros, valor que consideraram ter perdido em espetáculos, mas o Tribunal Central Cível de Lisboa entendeu que 'não foi apresentada qualquer prova de prejuízo de 10.000 euros, em resultado da realização do concerto do Porto, havendo apenas referência a não ter sido esgotada a lotação'.
Para o tribunal, não é possível dar como provado que Joana Marques 'alimentou o ódio e censura que perpassa nas mensagens', nem que a humorista tenha 'qualquer preconceito ou inimizade' em relação aos dois cantores.
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O documentário no qual a humorista Joana Marques dá a sua perspetiva do processo judicial que, em 2025, foi interposto pelo grupo Anjos e do qual foi absolvida, tem estreia marcada para 14 de setembro, foi hoje anunciado.
A data de estreia de 'Joana Marques Culpada ou Indecente?', escrito e realizado por Elza Cordeiro, foi anunciada, em comunicado, pela plataforma de 'streaming' Prime Video, onde o documentário poderá ser visto.
O documentário, centrado no processo que envolveu Joana Marques e os Anjos (os irmãos Nelson e Sérgio Rosado), 'explora o impacto social e cultural de uma história que colocou no centro das atenções os limites do humor, da sátira e da liberdade de expressão na era das redes sociais'.
'Joana Marques Culpada ou Indecente?', inclui 'uma reconstrução dos acontecimentos, imagens de arquivo e uma análise dos momentos-chave que marcaram o processo judicial', que terminou com a absolvição da humorista, em outubro passado.
O documentário inclui testemunhos de figuras públicas como Manuel Luís Goucha, Ricardo Araújo Pereira, Fernando Alvim, Luana Piovani e David Fonseca, e revela como o processo judicial inspirou ainda a humorista a fazer o espetáculo ao vivo 'Em Sede Própria', que teve mais de uma dezena de apresentações em maio passado, em Lisboa e no Porto.
A absolvição de Joana Marques diz respeito a um caso relacionado com a publicação de um vídeo nas redes sociais, que é uma montagem que intercala excertos de Nélson Rosado e Sérgio Rosado (Anjos) a cantarem o hino nacional numa prova de MotoGP em Portimão, em abril de 2022, com reações depreciativas retiradas do programa de televisão 'Ídolos'.
Os músicos pretendiam que Joana Marques pagasse uma indemnização de 1.118.500 euros, valor que consideraram ter perdido em espetáculos, mas o Tribunal Central Cível de Lisboa entendeu que 'não foi apresentada qualquer prova de prejuízo de 10.000 euros, em resultado da realização do concerto do Porto, havendo apenas referência a não ter sido esgotada a lotação'.
Para o tribunal, não é possível dar como provado que Joana Marques 'alimentou o ódio e censura que perpassa nas mensagens', nem que a humorista tenha 'qualquer preconceito ou inimizade' em relação aos dois cantores.
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