A arma usada no crime, de propriedade de Vinícius, foi encontrada embaixo do corpo de Larissa após movimentação do corpo pela equipe médica. O revólver foi apreendido para a perícia, assim como coldre, carregador, munições e o estojo de munição deflagrado.
À polícia, o PM disse que ele e Larissa tinham conversado sobre terminar o relacionamento horas antes da morte dela. Ele negou envolvimento com o crime e também disse que a esposa sabia onde ele guardava a arma.
O advogado afirmou, ainda, que o casal não tinha histórico de violência e disse que tanto o PM quanto a irmã dele deram esclarecimentos à PM. "A investigação também terá acesso a conversas anteriores entre Larissa e familiares de Vinicius nas quais ela manifestava pensamentos relacionados à possibilidade de tirar a própria vida diante de uma eventual ruptura do relacionamento", diz trecho da nota.
Vinícius é soldado de primeira patente e entrou na Polícia Militar em janeiro de 2023. Ele estava alocado no 27° Batalhão da Polícia Militar, no extremo sul de São Paulo, segundo informações obtidas pelo UOL.
Família não acredita na hipótese de suicídio e afirma que Larissa contou, em ligação à avó horas antes de morrer, que tinha acabado o relacionamento com o PM. "Ela ligou entre oito e nove da manhã para falar que eles tinham terminado e que ela estava arrumando as coisas para ir embora com o filho para casa da avó. No fundo da ligação dava para ouvir o barulho de gente na casa", afirmou uma familiar da vítima ouvida pelo UOL.
A familiar também contou que o PM apressou a liberação do corpo de Larissa do Instituto Médico Legal e marcou um enterro sem avisar a nenhum parente dela. Eles temem que o corpo da vítima seja cremado para esconder evidências de um possível crime.
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