Acto do Concurso Público para Concessão do Terminal de Água Profundas em Cabinda Marisa Manuel - Angop
Talatona - O Terminal de Águas Profundas do Caio, em Cabinda, estima gerar um volume de negócios anual de seis mil milhões de kwanzas, no âmbito da concessão dos serviços de gestão, manutenção e exploração por um período de 20 anos.
Segundo o responsável, a infra-estrutura pode gerar seis mil empregos directos e 36 mil indirectos.
José Covinga garantiu, igualmente, a existência de condições internas no enclave e destacou a reabilitação, em curso, das vias de acesso às fronteiras com os dois Congos, assegurada pelo Ministério das Obras Públicas.
'O terminal vai mudar radicalmente o paradigma logístico de Cabinda e dos países circunvizinhos, com garantias a agentes económicos e investidores', afirmou.
Por sua vez, a presidente da Comissão de Avaliação, Jeanine Daniel, informou que foram admitidas as candidaturas da Sogester S.A., da Africa Global Logistics (AGL) e do Consórcio MISG, este último composto por quatro empresas de origem nacional e internacional.
De acordo com a responsável, a apresentação visou apenas a admissão dos concorrentes, com a avaliação do mérito das propostas a ser realizada posteriormente, seguindo-se a elaboração do relatório preliminar, a audiência prévia e a negociação, nos termos da Lei dos Contratos Públicos.
Referiu que as insuficiências "não sanadas durante a sessão" terão um prazo de cinco dias úteis para serem regularizadas.
O concurso público para a concessão do Terminal de Águas Profundas do Caio foi promovido pelo Ministério dos Transportes, através da Empresa Portuária de Cabinda, e foi lançado a 9 de Abril deste ano.
O processo iniciou-se a 27 de Julho e foi prorrogado para 27 de Agosto, a pedido dos interessados, devido à complexidade do contrato. DOC/GIZ/QCB
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