Luciana destaca retomada do PAA com Lula e aponta investimento 2.700% maior que no primeiro ano de Bolsonaro

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Category: Politics
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Por Assessoria Publicada em 07/09/2026 às 15h05 PORTO VELHO, RO - A candidata ao Senado Federal pelo PT, Luciana Oliveira, visitou propriedades da agricultura familiar atendidas pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e destacou a retomada da política pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Comparando o primeiro ano dos dois governos, os recursos destinados ao programa em Rondônia passaram de R$ 0,5 milhão em 2019, primeiro ano de Jair Bolsonaro, para R$ 14 milhões em 2023, primeiro ano do atual mandato de Lula — um valor 2.700% maior, ou 28 vezes superior. Durante a visita, Luciana percorreu uma das propriedades beneficiadas, conversou com agricultores e mostrou alimentos produzidos no local. Pimenta, alface, couve, rúcula, abobrinha, agrião e cheiro-verde estavam entre os produtos apresentados pela candidata. 'Eu estou numa propriedade que é atendida pelo Programa de Aquisição de Alimentos, que foi criado pelo governo Lula, no primeiro governo Lula. Esse programa compra de quem produz para alimentar quem precisa', afirmou. Criado durante o primeiro mandato de Lula, o PAA estabelece a compra de alimentos da agricultura familiar pelo poder público. A produção adquirida é destinada a ações de segurança alimentar e à rede de atendimento a pessoas que precisam de assistência, enquanto o agricultor encontra mercado para aquilo que planta. Na gravação, Luciana também abordou as mudanças sofridas pelo programa durante o governo anterior. O PAA foi substituído pelo Programa Alimenta Brasil no governo Bolsonaro e voltou a ser instituído com Lula, em 2023. 'No governo Bolsonaro esse programa foi extinto e o volume de recursos destinados à aquisição de alimentos da agricultura familiar despencou', afirmou a candidata no vídeo. Os números utilizados na campanha mostram a diferença entre os primeiros anos de cada gestão. Em 2019, foram aproximadamente R$ 500 mil destinados ao programa em Rondônia. Em 2023, com a retomada do PAA pelo governo Lula, o volume chegou a R$ 14 milhões. A diferença corresponde a um aumento de 2.700% na comparação entre o primeiro ano de cada governo. Em 2025, o programa manteve volume expressivo no estado, com R$ 13,4 milhões destinados à aquisição de alimentos da agricultura familiar. Para Luciana, a manutenção de recursos para esse tipo de política é importante porque produz efeito simultaneamente na renda de quem vive no campo e na alimentação das pessoas atendidas pela rede pública e social. Na propriedade visitada, esse impacto apareceu diretamente no relato de um dos agricultores. Questionado por Luciana sobre a participação do PAA na renda familiar, o produtor afirmou que o programa responde por aproximadamente metade do que consegue obter com a atividade. 'Vamos dizer que é quase meio a meio. Na minha realidade aqui é uma renda, vamos dizer, a metade da minha renda está baseada nisso', afirmou. A família mostrou também parte da estrutura utilizada para manter a produção. Foram apresentados um pequeno trator empregado na preparação da terra, o sistema de irrigação e o aproveitamento de esterco produzido na própria propriedade para adubar os canteiros. Os agricultores afirmaram ainda que a produção da horta é orgânica. Luciana percorreu os canteiros e mostrou a diversidade dos alimentos produzidos. 'Olha pimenta, alface, couve, rúcula, que eu já provei maravilhosa, abobrinha, agrião, cheiro-verde, não tem veneno', disse. Outro relato apresentado durante a gravação mostrou o que ocorre quando o pequeno produtor perde canais para comercializar aquilo que cultiva. Segundo a peça, Edmar chegou a doar parte da produção para impedir que os alimentos fossem desperdiçados durante o período de retração das compras. A visita integra a agenda de Luciana voltada à agricultura familiar. A candidata tem defendido políticas que garantam crédito, assistência, condições de produção e mercado para os pequenos agricultores, permitindo que as famílias permaneçam no campo e consigam transformar o próprio trabalho em renda. No caso do PAA, Luciana destaca uma característica que considera central: o mesmo recurso público atende às duas pontas. O governo compra diretamente de quem produz e utiliza os alimentos adquiridos para abastecer pessoas que precisam. A experiência encontrada na propriedade também permitiu mostrar como a garantia de comercialização influencia investimentos dentro da própria unidade produtiva. Equipamentos, irrigação e novos canteiros tornam-se parte de um ciclo em que a família planta, comercializa e consegue manter a produção. Para Luciana, a retomada do PAA pelo governo Lula demonstra como uma política federal pode chegar diretamente à pequena propriedade. A comparação entre R$ 500 mil no primeiro ano de Bolsonaro e R$ 14 milhões no primeiro ano do atual governo Lula é utilizada pela candidata para defender a continuidade e o fortalecimento do programa. A agenda também reforça uma das linhas centrais da candidatura de Luciana ao Senado: aproximar as políticas do governo federal da realidade de quem produz em Rondônia e utilizar a atuação parlamentar para ampliar oportunidades para a agricultura familiar, garantindo renda no campo e alimento para quem precisa. Lula é candidato à reeleição à Presidência da República com o número 13; Expedito Netto, candidato ao Governo de Rondônia com o número 13; e Luciana Oliveira, candidata ao Senado Federal com o número 133.

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