O grande nome do futebol pentacampeão mundial nessas primeiras semanas das competições de 2026/27 no Velho Continente é Raphinha, do Barcelona, que está na seleção há cinco anos e disputou as duas últimas Copas.
João Pedro (Chelsea), Bremer (Juventus) e Wesley (Roma) também estão em alta. Todos fizeram parte do último ciclo brasileiro e estão longe de representar uma reformulação de elenco, embora só o zagueiro tenha ido ao recém-encerrado torneio da Fifa.
Para piorar, Endrick (Real Madrid) e Estêvão (Chelsea), os dois principais (e mais consolidados) candidatos a protagonista da "geração 2030", têm sofrido neste pontapé inicial de temporada. O primeiro ainda nem estreou devido a problemas físicos, enquanto o segundo virou reserva na equipe inglesa.
Vale lembrar que mesmo eles, assim como Rayan (Bournemouth), não configuram propriamente uma renovação, já que apareceram nas listas mais recentes de Ancelotti. Ou seja, embora jovens, não são caras novas.
Dentro do futebol nacional, as perspectivas de encontrar peças para uma reformulação e rejuvenescimento da seleção também não é das mais animadoras.
Os grandes nomes do Brasileirão-2026 são quase todos estrangeiros (Flaco López, Kevin Viveros, Gustavo Gómez, Giorgian de Arrascaeta) ou jogadores que não estão começando agora ou já tiveram oportunidades na seleção (Pedro, Samuel Lino, Carlos Vinícius).
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