Josias destacou que, além da presença do presidente Lula (PT), também estavam no palanque os presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta (Republicanos) e Davi Alcolumbre (União), e o presidente do STF, ministro Edson Fachin. Ele citou o desconforto entre o diretor-geral da Polícia Federal e o advogado-geral da União.
O diretor-geral da Polícia Federal, por exemplo, o Andrei Rodrigues, ele está às turras com o advogado-geral da União, Jorge Messias, e os dois estão lá no palanque. Não vi, pelo que acompanhei aqui na televisão, não vi os dois se cumprimentando.
Josias de Souza
O colunista também apontou incômodo de Alcolumbre com o chefe da Polícia Federal, após menções ao senador em um relatório apócrifo da inteligência da PF que serviu de base para o pedido de investigação do ministro do STF André Mendonça pelo colega Alexandre de Moraes — os dois vivem uma guerra aberta devido ao caso Master.
O Davi Alcolumbre também está, de certo modo, incomodado com o diretor da Polícia Federal, porque o nome dele é mencionado em situação incômoda no relatório da Polícia Federal, um relatório apócrifo da inteligência da Polícia Federal que fundamentou, na semana passada, um pedido de investigação do Alexandre de Moraes contra o André Mendonça.
Josias de Souza
Segundo o colunista, o cenário reforçou o caráter excepcional do evento. Josias disse que a cerimônia ocorreu num momento em que o Supremo vive "uma crise institucional inédita" com contornos políticos, em meio à disputa eleitoral na qual Lula tenta a reeleição.
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