Noutros tempos, o 7 de Setembro era o sagrado Dia da Independência. Sob Bolsonaro, a data tornou-se alerta de golpe. Hoje, virou comício. Difícil enxergar serventia no patriotismo ocasional. Não melhora a pátria. E não deve mexer significativamente nos ponteiros das pesquisas.
Lula acionou clarins gastos, que ele toca desde o ano passado. Na noite de domingo, num discurso transmitido em rede nacional, bateu em Trump sem citá-lo. Disse que "defender a independência é defender a soberania" e que o Brasil "não será colônia de ninguém". Mandou incluir no desfile cívico-militar desta segunda-feira alusões ao combate ao feminicídio e à Copa do Mundo Feminina, que ocorrerá no Brasil, em 2027.
Espelhando-se no pai, Flávio Bolsonaro apimentou o ato convocado para a Avenida Paulista. Adicionou ao "fora Lula" o "fora Moraes". Atira pedras em Alexandre de Moraes sob um telhado de vidro. Pediu R$ 134 milhões a Daniel Vorcaro. Um valor da mesma magnitude dos R$ 131 milhões do contrato firmado entre o Master e escritório de Viviane Barci, a mulher de Moraes.
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